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Elegantes sobrados do século passado mantém
preservada a paisagem urbana, dando um toque nostálgico à
cidade. |
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Em
1911, a localidade transformou-se em distrito e passou a fazer parte
do município de Prados com o nome de São Francisco Xavier. Nesta
época destacava-se entre os outros distritos, apresentando "maior
quantidade de terras de cultura, melhores lavouras de canna e
cereaes, e mais desenvolvida criação de gado vaccum e suino". Em
1943 passou a se chamar Coroas e, em 1963, Coronel Xavier Chaves ao
se tornar município autônomo com um único distrito.
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Segundo tradição oral, a Capela de Nossa Senhora do
Rosário pertencia aos escravos da antiga Fazenda do Mosquito.
Construída por volta de 1717 em alvenaria de pedra (deixada à
vista, recentemente, com a retirada do reboco), a capela
apresenta elementos típicos da arquitetura colonial.
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A Matriz
de Nossa Senhora da Conceição foi construída em 1920 em estilo
neo-gótico. Ao longo dos anos, sofreu algumas alterações,
sobretudo em seu interior. |
Ainda
hoje o forte de sua economia é a atividade agropecuária, mas Coronel
Xavier vem se revelando uma boa opção de turismo na região dos
Campos das Vertentes. A antiga capela e seus sobrados, a paisagem
natural e suas cachoeiras, o artesanato e a hospitalidade de sua
gente atraem visitantes e turistas de várias partes do
país.
Duas
atrações são imperdíveis: o sobrado construído pelo coronel Xavier,
hoje uma simpática pousada, e o Engenho Boa Vista, que pertenceu ao
irmão mais velho de Tiradentes, o padre Domingos da Silva Xavier, e
produz excelente cachaça do mesmo modo que há duzentos anos atrás. O
alambique é considerado pela Embratur o mais antigo do Brasil.
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| A
Associação das Mulheres Artesãs de Coronel Xavier Chaves
produz trabalhos manuais com a renda de abrolhos. |
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A roda
d'água faz funcionar a moenda que tritura a cana-de-açúcar,
usada na fabricação de cachaça do Engenho Boa
Vista. |
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